Radiação na ULS Guarda normalizada

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Resultado das leituras aos funcionários revela ausência de perigo.

A Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda informa que a análise à radiação dos dosímetros dos funcionários do serviço onde está o aparelho de tomografia axial computorizada (TAC), que registou uma fuga, revela padrões normais, não existindo qualquer risco para a saúde dos funcionários.

As medições efetuadas pela empresa contratualizada pela ULS da Guarda, Medical Consult, para análise periódica dos dosímetros dos funcionários da Imagiologia, revelam que os valores estão dentro dos parâmetros normais, refere o Presidente do Conselho de Administração da ULS Guarda, Carlos Rodrigues, em comunicado, emitido no dia 22 de dezembro.

O resultado das análises aos funcionários daquele serviço do Hospital Sousa Martins foi divulgado após a existência de uma fuga de radiação no aparelho de TAC, que foi confirmada na segunda-feira por aquele responsável, em conferência de imprensa.

Naquele dia, Carlos Rodrigues informou que a situação registada era de alerta, mas não seria de perigosidade para a saúde. O responsável explicou que logo que a situação foi conhecida, na sexta-feira, dia 16 de dezembro, por precaução, foi encerrado o serviço de TAC e foi pedido a duas empresas que medissem as radiações.

No seguimento do alerta, o Diretor Clínico mandou encerrar temporariamente a sala, realizando-se apenas exames de TAC excecionais. Todos os outros casos foram encaminhados para uma unidade privada local, com quem a ULS Guarda tem acordo.

De acordo com o Conselho de Administração da ULS, estão a ser agilizados todos os procedimentos para a substituição imediata do vidro separador da sala de trabalho dos técnicos da sala de TAC, que acusou valores de radiação ligeiramente superiores ao normal. Logo que efetuada essa substituição e repetidas as medições, a TAC poderá voltar ao normal funcionamento.

Calos Rodrigues acrescenta ainda que conta que “muito brevemente” se reiniciem os exames efetuados pelo aparelho de TAC do Hospital Sousa Martins.

Fonte: Portal SNS

 

A nossa análise:

Não “havia perigo”, mas no entanto substituiu-se o vidro. Afinal haveria ou não uma anomalia estrutural que podesse potenciar uma fuga de radiação?

Como seria se não tivesse saído na comunicação social?

Apelamos aos nossos associados que tomem consciência de que a legislação e o benefício da dúvida está do nosso lado e informamos mais uma vez que a APIMR tem no seu site um campo onde pode registar as denúncias e intermediar as situações, sem que os profissionais tenham que dar a cara e sofrer represálias ou outro tipo de pressões.

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